Profissão Motoboy: por onde começar?

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Você sabia que, apesar de ser um emprego considerado informal, é necessário seguir algumas regras para atuar como motoboy?

Por isso, reunimos uma série de dicas para você que não sabe por onde começar, mas tem força de vontade e uma moto!

Contratação com carteira de trabalho assinada

Se a sua intenção é trabalhar exclusivamente para uma única empresa em regime CLT (ou seja, com carteira assinada), as regras são as mesmas de qualquer outro tipo de emprego regularizado: horário de trabalho definido previamente e remuneração adequada ao salário mínimo praticado.

É importante levar em consideração se a moto utilizada será sua ou da empresa.

No primeiro caso, o salário deve incluir os custos do combustível, manutenção e equipamentos de segurança.

Quando a moto for da empresa, esses insumos devem ser fornecidos.

Profissional autônomo

Essa é a forma mais comum de trabalho entre os motoboys. Ser autônomo garante uma flexibilidade maior com relação aos horários e ritmo de trabalho.

Porém, alguns contratantes podem exigir a emissão de uma nota fiscal pelo serviço prestado.

Dessa maneira, é necessário que você possua um CNPJ. Abrir uma empresa como Microempreendedor Individual (MEI) pode ser a melhor opção.

Regulamentação do Contram

Tanto no caso da contratação CLT como no trabalho autônomo, é necessário atender à regulamentação do Contram.

O primeiro passo é verificar se você atende aos requisitos exigidos para se profissionalizar: é necessário ter mais de 21 anos e carteira de habilitação da categoria A – exigida para pilotar motos – há no mínimo 2 anos.

Em 2009 a norma foi criada para garantir a regulamentação da profissão de motoboy.

Dentre as regras, está a exigência de um curso de capacitação com a duração de 30 horas/aula, sendo 5 horas reservadas para atividades práticas, e reúne temas como gestão de risco sobre duas rodas e ética e cidadania na atividade profissional.

Para ser aprovado, é necessário que o candidato acerte ao menos 70% das questões da prova avaliativa.

Além disso, a cada 5 anos o curso deve ser refeito para reciclagem.

Ele pode ser feito presencialmente ou à distância no Detran, Sest, Senat ou nos Centros de Formação de Condutores (CFCs) da sua cidade.

Equipamentos de segurança e acessórios

É importante se atentar aos equipamentos de segurança e a maneira como eles devem ser utilizados. O capacete, por exemplo, deve ser obrigatoriamente fechado, com viseira e faixa refletora.

Além dele, você também deve investir em um colete com faixas retrorefletivas, garantindo maior visibilidade aos motoristas durante a noite. Luvas e botas também são importantes, já que protegem as mãos do sol, frio e chuva, e os seus sapatos do desgaste causado pelo câmbio da moto.

Se você for do tipo prevenido, a dica é manter sempre uma capa de chuva impermeável no baú da sua moto. Assim, os imprevistos do clima não se tornam um impedimento para que você realize seu trabalho com segurança e qualidade.

Ao escolher sua capa de chuva, opte por uma marca que garanta 100% de impermeabilidade, além de conforto e mobilidade.

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